Archive for the ‘curadoria’ Category

Manah manah!

março 4, 2008

manah manah!

no final de Maio, no Centro Cultural Mariantonia (SP)

Ajude o Cine Falcatrua a fazer a programação do primeiro Festival Internacional de Filmes de Fantoche da face da terra!

O filme nem precisa ser seu. Só precisa ter fantoches!

É a oportunidade perfeita para mostrar ao mundo aquelas fitas da Vila Sésamo que estão empoeirando num canto do armário, e só você tem.

Ou pode ser a chance de fazer o lançamento de seu último blockbuster de marionetes!

* * *

Para se inscrever, mande pra gente uma cópia do filme, acompanhada de algumas informações básicas sobre ele (nome, realizador, duração, país e ano).

Se o filme for seu, mande também uma ficha técnica. Se for de outra pessoa, conte pra gente como foi que você conseguiu a cópia, e o que mais você souber a respeito dele.

O data-limite é dia 26 de Abril!

Como de costume, você pode enviar o filme por correio (em DVD) para:

Cine Falcatrua – Festival Internacional de Filmes de Fantoches
Caixa Postal 10.006
Vitória/ES
CEP 29001-970

Ou por e-mail (links para download ou streaming – pode ser de youtube e similares ^^):

filmesdefantoche@gmail.com

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Festival-Dispositivo :: Prorrogou!

outubro 3, 2007

roubada!
não me diga..

Atendendo a pedidos, as inscrições do Festival-Dispositivo serão
prorrogadas até o dia 12/10!

O Festival-Dispositivo é a mais nova programação temática do Cine
Falcatrua, que acontecerá no Paço das Artes (USP), de 17/11 a 30/12. É uma mostra de planos-sequência, takes e outros filmes sem cortes!

Não precisa ser cineasta, nem ter participado de outros festivais ou ter equipamento profissional de filmagem.

Você pode mandar aquela tomada que não entrou no corte final de seu curta-metragem. Aquela cena bonita das suas últimas férias. Pode enviar uma cena gravada no celular. Se você é VJ, pode mandar seu loop preferido. Vale vídeo caseiro, festa de casamento, batizado, churrascão, sua sobrinha cantando. Pode mandar aquela tentativa de assalto que a cabine de segurança flagrou.

E por aí vai. O único requisito é que os vídeos não tenham mais que
uma cena, de duração suficiente: nem muito longa, nem muito curta.

Mande seu trabalho até dia 12/10, por correio (em DVD):

Cine Falcatrua – Festival-Dispositivo
Caixa Postal 10.006
Vitória/ES
CEP 29001-970

ou por e-mail (em arquivos de até 10 MB):

festivaldispositivo@gmail.com

Mais informações dois posts abaixo, ou no Paço.

Para fazer cinema, basta saber quando parar

agosto 22, 2007

cine falcatrua e paço das artes apresentam
fdh
Uma mostra de planos-sequência, takes e outros filmes sem cortes

Já estão abertas as inscrições para o Festival-Dispositivo, a mais nova programação temática do Cine Falcatrua.

Podem participar obras audiovisuais de qualquer duração e formato. O único requisito é que elas não tenham passado por nenhum tipo de montagem.

Ou seja, você pode mandar uma cena especialmente bonita do seu último filme. Pode mandar um flagrante que tenha capturado com a câmera do seu celular. Pode mandar um vídeo-clipe em plano-sequência super-cronometrado. Pode mandar um discurso de um só fôlego. Pode mandar as últimas imagens que fez antes de a bateria acabar.

As obras tem que ser constituídas por uma só tomada. Você até pode alterar as cores, inserir créditos ou coisa parecida. Mas não pode juntar cenas gravadas separadamente no mesmo filme.

O Festival acontecerá no Paço das Artes (USP), entre 19 de Novembro e 30 de Dezembro de 2007. Para se inscrever, envie uma cópia em DVD do material até dia 06 de Outubro para o endereço:

Cine Falcatrua – Festival-Dispositivo
Caixa Postal 10.006
Vitória/ES
CEP 29001-970

Eventuais informações para catálogo (ficha técnica, sinopse, fotos, etc), podem ser enviadas para o email festivaldispositivo[em] gmail.com, com o assunto “Inscrição”, seguido do nome da obra.

Como alternativa, você também pode enviar a obra em arquivo digital. Aceitamos avi, wmv, ogg, mpeg, quicktime, 3gp ou 3g2. Por favor, use codecs universais e domesticados. Arquivos até 10mb podem ser enviados por email. Maiores que isso, pelo correio.

SE REPETE COMO FARSA

abril 17, 2007

se-repete.jpg

O Se Repete Como Farsa ocorrerá de 27 a 29 de Abril, na Casa Porto das Artes Plásticas, em Vitória/ES. A programação completa, incluindo debates temáticos e oficina já está disponível. Fiquem de olho no cinefalcatrua.wordpress.com.

Quem quiser participar, mesmo que não tenha sido selecionado, entre em contato com a produção que disponibilizaremos alojamento.

KinoArcade 2006

abril 16, 2007

Para quem não viu..

Enquanto isso, em Porto Alegre

abril 16, 2007

pá!

A TV Criei, Tive Como! é uma mostra de vídeos diferente: um fluxo audiovisual aberto, operando durante todo o 8º Fórum Internacional de Software Livre.

Além de obras enviadas por realizadores de todo o mundo, a mostra exibirá material pinçado dos grandes repositórios brasileiros de cultura livre, como CMI, Overmundo e o Estúdio Livre.

Completam a programação reportagens sobre o que está rolando no 8º FISL, apresentações de VJs em tempo real, e um levantamento de longas-metragens e séries feito pelo Cine Falcatrua, que também cuida da coordenação de conteúdo da mostra.

A TV Criei, Tive Como! poderá ser vista no próprio Fórum ou pela Internet, de 12 a 14 de Abril, das 9h às 21h.

* * *

Segue a relação dos vídeos que foram recebidos pelo correio para a TV CTC:

  • RecBeat e o Hipertexto (Pedro Bayeux, Brasil, 2006, 54’)
  • Mute (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 11’)
  • Isto não é um Filme (Loli Menezes, Ficção, Brasil, 2006, 22’)
  • A Flor do Amador (Walfran Guedes, Ficção, Brasil, 2005, 7’08”)
  • Os Girassóis de Hugo (Maitê Medeiros e Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2005, 13’45”)
  • Sex Faxine (Esquadrão Sarcástico, Ficção, 1’)
  • 2001 – Uma Odisséia Sem Espaço (Esquadrão Sarcástico, Ficção, Brasil, 2001, 1’)
  • Como Votar Nulo / Eleição Justa (Esquadrão Sarcástico, Vinhetas, Brasil, 2004, 30”)
  • De dentro do meu sexo (Ana Albornoz, Documentário, Brasil, 2006, 19’)
  • Dama (Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2006, 12’)
  • Sin Salida (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2007, 8’30”)
  • Sobre Asas do Desejo (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’)
  • Relógio (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’33”)
  • Batendo Cueca (Rodrigo de Jesus, Experimental, Brasil, 2007, 3’38”)
  • Fiat Lux (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 1’32”)
  • Colapso (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 50”)
  • Passarim (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2007, 1’20”)
  • Comunicoação (Paulo Fernando e Sérgio Rodrigo, Animação, Brasil, 2006, 2’36”)
  • Muiraquitã (Jeane Ramos, Animação, Brasil, 2005, 5’)
  • Um Milhão de Histórias (Caio Zerbini, Experimental, Brasil, 2006/2007, 3’58”)
  • Aldeia Velha e suas raízes (Julia Botafogo, Documentário, Brasil, 2006, 45’)
  • Grussaí, julho de 2005 (Nivaldo Marangoni, Experimental, Brasil, 2006, 5’)
  • Morango com Limão (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2004, 15’)
  • O Sapo (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 17’)
  • Remexe (Vivian Arita, Animação, Brasil, 2006, 35”)
  • De como Corman […] (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2006, 4’26”)
  • Sr. Juéz (Alejo Rébora y Tamara Drajner, Animação, Argentina, 2006, 3’20”)
  • Tevelição – Faça sua TV em 5 minutos (Esquadrão Sarcástico, Documentário, 2004, 5’)

CINEMA@casa

abril 16, 2007

Mais uma programação que você não viu, mas pode recriar em casa.

Rolou semana passada, no 8º Fórum Internacional de Software Livre.

* * *

Faz três anos que o Cine Falcatrua começou com suas mostras de conteúdos livres, reunindo obras que buscam alternativas ao direito autoral constituído. No começo, o material era escasso e difícil de achar: a maioria, clássicos em domínio público, documentários ativistas e vídeos experimentais de legalidade disputada. Tudo muito diferente de hoje, quando temos uma cena consolidada pela popularização de repositórios de vídeo online, com direito até a longas-metragens.

O filme de longa-metragem é o formato preferido da indústria cinematográfica. Sua produção sempre esteve intimamente ligada à película, aos grandes estúdios e a um copyright muito restrito. Por isso são tão impressionantes os últimos lançamentos de longas em digital video, independentes e licenciados em copyleft. Sinal de que o circuito de cinema livre está passando por um amadurecimento significativo.

É esse amadurecimento que o Cine Falcatrua pretende explicitar com CINEMA@casa, a mais recente versão das mostras de conteúdos livres, que aponta para a confluência entre os diversos grupos envolvidos nessa cena.

De um lado estão aqueles fãs apaixonados, que se tornam realizadores por um transbordamento do mero ato de consumir. Eles simplesmente fazem as obras que gostariam de ver, e encontram no território desautorizado da Internet o lugar perfeito para compartilhar essas criações com outros autores em potencial.

Se, até pouco tempo, tudo o que podiam era escrever fanfics, hoje eles têm à sua disposição tecnologias equiparáveis às de um pequeno estúdio, o bastante para produzir e espalhar épicos recheados de efeitos especiais.

É o caso de Samuli Torsonnen, que desde 1992 faz pequenas paródias de Jornada nas Estrelas, e ano passado lançou seu primeiro longa-metragem. Star Wreck – O Império de Pirk (Finlândia, 2006) ainda participa da série que Torsonnen começou aos 14 anos e, por mais que seja uma produção complexa, é distribuído da mesma forma que as outras obras do finlandês: livremente, pela rede.

O filme demorou sete anos para ser feito, mas Torsonnen não tem pudores em disponibilizá-lo para quem quiser. Seu maior interesse é que a obra circule. Ele deve saber o que está fazendo – afinal, é pioneiro: seu filme anterior, um média-metragem, também foi lançado na Internet. Isso em 1997.

De lá pra cá, os cineastas profissionais estão aprendendo como isso funciona. Muitos já perceberam que o que se alardeia como pirataria é resultado de um descompasso de produção, e a propagação dos filmes em meio digital é a única forma de superar o minguado circuito dos multiplexes e dos festivais.

Entre os adeptos da première online estão nomes como Michael Winterbottom e Steven Soderbergh, mas também temos um exemplar nacional. Antes que seu Cafuné (Brasil, 2006) tivesse sido exibido em qualquer sala de cinema, Bruno Vianna já o havia colocado na rede.

Em outras épocas e lugares essa atitude poderia significar suicídio comercial, mas ela não deixa de estar em perfeita coerência com o funcionamento da indústria cinematográfica brasileira. Já que a maior parte dos filmes é financiada com dinheiro público a fundo perdido, porque não colocá-los à disposição daqueles que involuntariamente contribuem para sua realização, os próprios espectadores?

A estratégia de Vianna fez com que sua obra atingisse outros níveis não só de circulação, como também criativos: a estrutura das redes p2p possibilitou que Cafuné fosse lançado simultaneamente com a sua versão estendida, que o público pode remixar.

A esses cineastas lúcidos e àqueles consumidores assanhados, um outro grupo se une para compor a cena de cinema livre. É o pessoal mais próximo da máquina; técnicos que se emancipam como artistas conforme a rede faz nós no circuito e os processos de confecção de ferramentas e obras se confundem.

Essa turma é afeita a novas formas de fazer audiovisual, como algoritmos generativos e livecoding, mas também sabe se virar com produções convencionais – naturalmente, redimensionadas. Haja visto o caso de No Oeste, Só Feijão (Áustria, 2006), que Robert Spindler montou usando o Open Movie Editor, programa desenvolvido pelo seu irmão, Richard.

Podemos dizer que, ainda que Richard não esteja nos créditos de No Oeste, ele com certeza teve um papel crucial na produção da obra, assim como Robert deve ter influenciado bastante a interface e recursos do software do irmão.
Essa permeabilidade entre técnicas é comum aos meios digitais. Espectador, programador ou cineasta são mais do que nunca posturas passageiras, formas de estar no circuito, e não papéis estanques. Por isso, nada mais natural do que deixar livre tudo que resulta dessas interações – inclusive essa mostra.

Como em outras programações do Cine Falcatrua, o público está convidado a baixar esses filmes e fazer suas próprias exibições, públicas ou privadas.

Se Repete Como Farsa :: Selecionados

abril 3, 2007

Eis, antes tarde do que mais tarde, as obras selecionadas para o Se Repete Como Farsa – Mostra Internacional de Vídeos de Intervenção Urbana.

Gostaríamos de agradecer a todos que enviaram trabalhos, e avisar os que não foram selecionados que estamos dispostos a exibir seus vídeos em sessões ordinárias do Cine Falcatrua – a menos que vocês não queiram.

O Se Repete Como Farsa ocorrerá de 27 a 29 de Abril, na Casa Porto das Artes Plásticas, em Vitória/ES. A programação completa, incluindo debates temáticos e lanchinhos, será divulgada proximamente. Fiquem de olho aqui no blog.

Quem quiser participar, mesmo que não tenha sido selecionado, entre em contato com a produção que disponibilizaremos alojamento.

* * *

Here it is, better late than later: the works selected for Repeats Itself as Farse -International Video Exhibition – Urban Intervention.

We’d like to thank everyone that sent a video, and let you know that we are willing to exhibit the non-selected works in Cine Falcatrua’s ordinary screenings sessions – unless you don’t want us to.

Repeats Itself as Farse will be held from April 27th to 29th, at Casa Porto das Artes Plásticas, in Vitória/ES – Brazil. The complete programme, including thematic conferences and brunches, will be available soon. Keep an eye at cinefalcatrua.wordpress.com.

If you want to come to the exhibition, please let us know, as we are trying to find a place to stay for everybody interested.

* * *

  • Don’t Hurt Me (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Malabares (Januzzi Martins Produções)
  • Parangolé (Lourival Cuquinha)
  • Rememória (Alexandre B., Gustavo Jardim, Ramon Martins e Raquel Schembri)
  • Corante Laranja (Grupo Laranjas)
  • Quem representa o povo? (Gira)
  • Discounter Carrousel (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • My California (Natalie McKeever)
  • Fire (Maurício Castro)
  • Dies Irae (Jean-Gabriel Périot)
  • Silkworm (Jun’ichiro Ishii)
  • Symphony # 1 opus 9 (Jérémy Laffon)
  • Desenhando no Vento (Poro)
  • 468 (BijaRi)
  • Me Convida (Fabiana Prado)
  • Gato (Arte Ao(s) Vivo(s))
  • Jin Bi Lu (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Estragando a Brincadeira (Garçom Mudo)
  • Entrelinhas (Chang Chi-Chai)
  • Em Meio Organizado (Mayana Redin)
  • Puzzles UK (Tiago Giora)
  • Refletir (Vera Uberti)
  • Estruturas (Rachel Castro)
  • A Tela Branca (Cristina Ribas)
  • Em Vão (Mirabólica)
  • Vale Transporte (Discrepância)
  • Bicicletada 47 (Luddista)
  • Metro Mexico (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Cave Canem (Marijana Mijoc)

CINE FALCATRUA / UBERLÂNDIA

fevereiro 6, 2007

MOSTRA FALCATRUA DE CONTEÚDO LIVRE
ABERTURA DIA 6
Anfiteatro do bloco 3Q, UFU, 19h
DIAS 7, 8 e 9 DE FEVEREIRO
Anfiteatro do bloco 1B, no Campus Santa Mônica, UFU, 19h

ENTRADA LIVRE

OFICINA DE FALCATRUA
(Convivendo com um Cinema Livre com ênfase na fomentação de cineclube)
DIAS 7, 8 e 9 DE FEVEREIRO
Laboratório de Informática, no Campus Santa Mônica, UFU, 14h

INSCRIÇÕES ABERTAS

Really Free Movie Exhibition @ Piksel06

outubro 1, 2006

The Really Free Movie Exhibition is the most politically correct action of Cine Falcatrua, a Brazilian group that works in the borderline between cinema’s hyper-authorized architecture and new media’s fluid ecology. It consists of screenings of copyleft movies downloaded from the Internet, whose url sources are beforehand revealed to the audience. The spectators are encouraged to download the movies and organize their own exhibitions, becoming curators themselves. All movies exhibited at Piksel06 can be downloaded through Cine Falcatrua’s blog or Piksel website.

* * *

This exhibition intends to redimension the value of curatorial work, which simply is a process of selection and compositing – just as creating electronic music, for example. Selection and compositing are, as Lev Manovich says and any remix-loving teenager knows by heart, “key operations of digital media”, widely available tools for creation in digital environments.

The RFME also works as a critical commentary on the movie theater’s transparency. As a medium, the movie theater denies its own existence; it conveys a message (the movie) as if there wasn’t any contingent code. The exhibition of internet movies on a big screen reveals the farse behind this, showing digital cinema in all its opacity: compression artifacts, pixelization, dvix watermarks.

* * *

[ Programme 01 | brazil, tactical media, licensing ]
Extra Warning, Brenda Make, 2005
TV Falcatrua 2.0, Cine Falcatrua, 2006
A Televisão Não Será Revolucionada!?, Media Sana, 2003
Rádio Muda, Rádio Muda, 2001
Creative Commons Brazil, Danny Passman, 2005
Trusted Computing, Benjamin Stephan e Lutz Vogel, 2005
State of the Union, Bryan Boyse, 2001
Mashin’ of the Christ, Negativland, 2004
Kuvastin, Tatu Pohjavirta, 2001

[ Programme 02 | bricollage, music, composing ]
The Grey Video, Ramon & Pedro, 2004
No Business, James Gladman & Negativland, 2005
Copyright Criminals: This is a Sampling Sport, Ben Franzen & Lembrew McLeod, 2005
Tá Como o Diabo Gosta, Re:combo, 2005
Unsquare Beat, Esquadrão Atari, 2005
Life Wasted, Pearl Jam & Fernando Apodaca, 2006
A Fluo Dança!, Primeira Paróquia, 2003
Profissão de Fé, Primeira Paróquia, 2003
Giant Steps, Michal Levy, 2001
Elephants Dream, Blender Foundation, 2006
Remarkably Bold Venture of the Rabbit, Tim Drage, 2000

[ Programme 03 | classics, public domain, fair use ]
I’ll Be Glad When You’re Dead, You Rascal You, Max Fleischer, 1932
Les Kiriki, Acrobates Japonais, Segundo de Chomon, 1907
Un Chien Andalou, Luís Buñuel, 1929
Story Without End, Vicki Bennett, 2005
Gimme the Mermaid, Negativland and Tim Maloney, 2000
Willful Infringement: Mickey and Me, Jed Horovitz, 2005

[ Programme 04 | digital cinema, p2p, piracy ]
O Gilbertinho Prefere Cópias Digitais, Cine Falcatrua, 2005
The Scene (ep 101), Jun Group Productions, 2005
Remix – History of Mashups, Brett Gaylor, 2006
The Artwork in the Age of its Mechanical Reproducibility by Walter Benjamin as told to Keith Sanborn, Keith Sanborn, 1996
Steal this Film (Part One), The League of Noble Peers, 2006