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Festival-Dispositivo :: Obras Selecionadas

outubro 21, 2007

Em tempo recorde, eis a lista das obras selecionadas para o Festival-Dispositivo. O festival acontece de 17 de Novembro a 30 de Dezembro no Paço das Artes. Aguardem novidades sobre a programação!

* * *

“VPK” (fragmento) | Eduardo Silva Salvino
36ª DP | Marcus Bastos
0 to retain | Simone de Martino
14×7 | Marcus Bastos
7 to release | Simone de Martino
A4 |
Edson Ferreira
access denied | Rachelmaurício Castro
Alugo Jatos | Luana Boaventura
Aos lados, volver! | Douglas Pinheiro e Jan Yuri Amorim
A pedra = a coisa e o algo | Amélia Sampaio
Armadilhas da Pintura – Vol. 7 – Limpeza | Hugo Houayek
Ariano Suassuna canta Calypso | Geane Carla
Ascese: “Ferro, Leite e Garrafa” | Rodrigo Castro de Jesus
Atravessamentos | Diogo de Moraes e Fábio Tremonte
Autorizamos ao Sr. | Isaque Meireles
Bananeira Maneira | Anderson Corrêa de Araújo
Bandeira | Chico Linares
Bike Praia | Ivan David
booom! | Rachelmaurício Castro
Brasil | Fausto Junior
Broadway Woman’s Worth | Daniel Toso
Car Trip | Giovani Castelucci
Catedral da Sé | Graciela Rodriguez
Cena do vídeo Saúde | Nelson Antônio
Centro de Vitória | Márcia Rúbia Frasson Soares
Copacabana | Saulo
Dance Dance | Francisco Dantas
Delivery | Vítor Kennedy
Des-estação | Patrícia Gerber
Desaparecidos Missa na Catedral da Sé | Graciela Rodriguez
Entre Estações | Annádia Leite
Esfolando Metal | Hervan Rossi
E ténue | Letícia Weiduschadt
Extorquido | Pedro Falcão
Fade In, Colher, Fade Out | Christopher Faust
Faxineira | Graziela Kunsch
Feira de Artesanato | Célio Dutra
Féretro | Felipe Borges
Fértil Baldio | Marcelo Salum
Fiat Lux | Nelton Pellenz
Fluido | Lilian Amaral
Fly Eyes | Claudia Barbisan
followme | Rachelmaurício Castro
Formigueiro | Júlio Alceu Correia
framesframesframes | Ricardo Oppermann
Going Gobi | Henk Nieman
Igreja Barroca | Caio Cézar
Índios na Assembléia Legislativa | Rapidemeto e Papaléguas
Inserções Telefônicas em Circuitos Ideológicos | Pablo Paniagua
Instalação | Anderson Corrêa de Araújo
Ipanema | Saulo
L-CO | Nelton Pellenz
Lejos 01 | Joacélio Batista
Lejos 02 | Joacélio Batista
Life is Coming | Arthur Tuoto
Lombada | Fábio Portela
Loops Radioativos | Felipe Brait
Lua de Março | Ruy Monfort
Lula | Mauro Rubens da Silva
Malabares do Fogo | Nelson Antônio
Massa em si e Gesto | Amélia Sampaio
Mede-mede | Raquel Stolf
Meninos para Sempre | Roderick Steel
Metrô Sampaulo | Cristina Ribas
Mobile Preacher | Daniel Zante
Não Aprendi Dizer Adeus | Fã-Clube do Roger
Narcisus Bolivianus | Joacélio Batista
Nosso Quarto | Cecília Soares
O “frederiquismo” no movimento estudantil | Frederico
Opera Pink | Micael Cimet
Orkut | Fã-Clube do Roger
Oroboro ou um outro filme sem cortes | Heraldo Ferreira
Os Novos Navegantes | Jaime Lauriano
O Último Segundo | Alan Rodrigues
Ovinho de Chumbo | Vítor Kennedy
Palestra de Paulo Goulart na UFPB | Geane Carla
Passarim | Nelton Pellenz
Pasto de Nuvens | Lucas Kogure
Pedrinho | Fernanda Guimarães
Performance de George Sander | Mauro Rubens da Silva
Pirilampos | Maurício Covari
Pixelgrafia II | Adilson Borges
Poltronas de Ônibus | Eduardo Lima
Ponto de Equilíbrio | Wagner Rossi
Pouso em Vitória | Lucas Kogure
Primeira Aula | Giuliano Nosralla Gerbasi
Que seja chama, se fogo for |
Annádia Leite
Rail Texture | Drica Veloso
Raízes Subterrâneas | Rafael Schlichting
Read my Lips | Daniela Assunta
Remelão | Sidney Calmon
Respeitos | Claudia Barbisan
Robert | Graziela Kunsch
Ruína | Hóspede
Saída a Pelego | Gustavo Torres
Sem Título | Nelton Pellenz
Ser Nu | Amélia Sampaio
Silendus – A Transformação do Corpo | Osiel Garcia Barbosa
Sessão 0580 | Marcos J. Penteado
Sobre Asas do Desejo | Dirnei Prates
Soltando uma Pipa e Trocando as Bolas | Renan Cepeda
Sonho …8 | Mirieli Costa
Spaceshipsunset | Drica Veloso
Stalker no Andaraí | Anderson Corrêa de Araújo
SuperDuperHiperLiper | Joana Cruz
Tente Fazer Isso em Casa | Thiago Tomé e Marcelo Comparini
Tibet or not Tibet | Chang Chi Chai
Tonico | Patrícia Bragato
Torcendo o pátio | Fábio Portela
Tumba de Jesus | Afonso Marques Oliveira
Twilight Memories #1 | Erly Vieira Jr.
Twilight Memories #2 | Erly Vieira Jr.
Übergang | Hugo Fortes
Uh Lalá! | Claudia Barbisan
Um Pouco Mas Morri | Marilei Fiorelli
upload | Rachelmaurício Castro
Vamos | Dirnei Prates
Velinhas | Gustavo Spolidoro
WC Masculino | Daniel Seda
Whitespace | Geraldo Sauerkraut
Xsun | Drica Veloso

Para fazer cinema, basta saber quando parar

agosto 22, 2007

cine falcatrua e paço das artes apresentam
fdh
Uma mostra de planos-sequência, takes e outros filmes sem cortes

Já estão abertas as inscrições para o Festival-Dispositivo, a mais nova programação temática do Cine Falcatrua.

Podem participar obras audiovisuais de qualquer duração e formato. O único requisito é que elas não tenham passado por nenhum tipo de montagem.

Ou seja, você pode mandar uma cena especialmente bonita do seu último filme. Pode mandar um flagrante que tenha capturado com a câmera do seu celular. Pode mandar um vídeo-clipe em plano-sequência super-cronometrado. Pode mandar um discurso de um só fôlego. Pode mandar as últimas imagens que fez antes de a bateria acabar.

As obras tem que ser constituídas por uma só tomada. Você até pode alterar as cores, inserir créditos ou coisa parecida. Mas não pode juntar cenas gravadas separadamente no mesmo filme.

O Festival acontecerá no Paço das Artes (USP), entre 19 de Novembro e 30 de Dezembro de 2007. Para se inscrever, envie uma cópia em DVD do material até dia 06 de Outubro para o endereço:

Cine Falcatrua – Festival-Dispositivo
Caixa Postal 10.006
Vitória/ES
CEP 29001-970

Eventuais informações para catálogo (ficha técnica, sinopse, fotos, etc), podem ser enviadas para o email festivaldispositivo[em] gmail.com, com o assunto “Inscrição”, seguido do nome da obra.

Como alternativa, você também pode enviar a obra em arquivo digital. Aceitamos avi, wmv, ogg, mpeg, quicktime, 3gp ou 3g2. Por favor, use codecs universais e domesticados. Arquivos até 10mb podem ser enviados por email. Maiores que isso, pelo correio.

KinoArcade @ Game_Cultura Santos

junho 7, 2007

Olé!

Junho é mês de mais uma edição do KinoArcade, a mostra de vídeos que também é cine-campeonato de fliperama! Machinimas e speedruns se misturam com partidas disputadas ao vivo no telão, testando os limites do jogo como ferramenta de produção e espetáculo cinematográfico.

A pancadaria vai de 12/06 a 15/06, sempre às 18h, no SESC Santos (SP). Passe lá meia hora antes para se inscrever e arrebentar umas fuças pixelizadas em widescreen!

O grande campeão leva um Super NES original e amarelinho!

* * *

Machinima.com
Rooster Teeth Productions
Bloodspell

Tool-assisted Speedruns
Speed Demos Archive
Twin Galaxies

Killer List of Videogames
Moby Games : Fighting

Shoryuken
Evo2K
Tougeki

Edição 2006

KinoArcade 2006

abril 16, 2007

Para quem não viu..

Enquanto isso, em Porto Alegre

abril 16, 2007

pá!

A TV Criei, Tive Como! é uma mostra de vídeos diferente: um fluxo audiovisual aberto, operando durante todo o 8º Fórum Internacional de Software Livre.

Além de obras enviadas por realizadores de todo o mundo, a mostra exibirá material pinçado dos grandes repositórios brasileiros de cultura livre, como CMI, Overmundo e o Estúdio Livre.

Completam a programação reportagens sobre o que está rolando no 8º FISL, apresentações de VJs em tempo real, e um levantamento de longas-metragens e séries feito pelo Cine Falcatrua, que também cuida da coordenação de conteúdo da mostra.

A TV Criei, Tive Como! poderá ser vista no próprio Fórum ou pela Internet, de 12 a 14 de Abril, das 9h às 21h.

* * *

Segue a relação dos vídeos que foram recebidos pelo correio para a TV CTC:

  • RecBeat e o Hipertexto (Pedro Bayeux, Brasil, 2006, 54’)
  • Mute (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 11’)
  • Isto não é um Filme (Loli Menezes, Ficção, Brasil, 2006, 22’)
  • A Flor do Amador (Walfran Guedes, Ficção, Brasil, 2005, 7’08”)
  • Os Girassóis de Hugo (Maitê Medeiros e Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2005, 13’45”)
  • Sex Faxine (Esquadrão Sarcástico, Ficção, 1’)
  • 2001 – Uma Odisséia Sem Espaço (Esquadrão Sarcástico, Ficção, Brasil, 2001, 1’)
  • Como Votar Nulo / Eleição Justa (Esquadrão Sarcástico, Vinhetas, Brasil, 2004, 30”)
  • De dentro do meu sexo (Ana Albornoz, Documentário, Brasil, 2006, 19’)
  • Dama (Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2006, 12’)
  • Sin Salida (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2007, 8’30”)
  • Sobre Asas do Desejo (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’)
  • Relógio (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’33”)
  • Batendo Cueca (Rodrigo de Jesus, Experimental, Brasil, 2007, 3’38”)
  • Fiat Lux (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 1’32”)
  • Colapso (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 50”)
  • Passarim (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2007, 1’20”)
  • Comunicoação (Paulo Fernando e Sérgio Rodrigo, Animação, Brasil, 2006, 2’36”)
  • Muiraquitã (Jeane Ramos, Animação, Brasil, 2005, 5’)
  • Um Milhão de Histórias (Caio Zerbini, Experimental, Brasil, 2006/2007, 3’58”)
  • Aldeia Velha e suas raízes (Julia Botafogo, Documentário, Brasil, 2006, 45’)
  • Grussaí, julho de 2005 (Nivaldo Marangoni, Experimental, Brasil, 2006, 5’)
  • Morango com Limão (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2004, 15’)
  • O Sapo (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 17’)
  • Remexe (Vivian Arita, Animação, Brasil, 2006, 35”)
  • De como Corman […] (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2006, 4’26”)
  • Sr. Juéz (Alejo Rébora y Tamara Drajner, Animação, Argentina, 2006, 3’20”)
  • Tevelição – Faça sua TV em 5 minutos (Esquadrão Sarcástico, Documentário, 2004, 5’)

CINEMA@casa

abril 16, 2007

Mais uma programação que você não viu, mas pode recriar em casa.

Rolou semana passada, no 8º Fórum Internacional de Software Livre.

* * *

Faz três anos que o Cine Falcatrua começou com suas mostras de conteúdos livres, reunindo obras que buscam alternativas ao direito autoral constituído. No começo, o material era escasso e difícil de achar: a maioria, clássicos em domínio público, documentários ativistas e vídeos experimentais de legalidade disputada. Tudo muito diferente de hoje, quando temos uma cena consolidada pela popularização de repositórios de vídeo online, com direito até a longas-metragens.

O filme de longa-metragem é o formato preferido da indústria cinematográfica. Sua produção sempre esteve intimamente ligada à película, aos grandes estúdios e a um copyright muito restrito. Por isso são tão impressionantes os últimos lançamentos de longas em digital video, independentes e licenciados em copyleft. Sinal de que o circuito de cinema livre está passando por um amadurecimento significativo.

É esse amadurecimento que o Cine Falcatrua pretende explicitar com CINEMA@casa, a mais recente versão das mostras de conteúdos livres, que aponta para a confluência entre os diversos grupos envolvidos nessa cena.

De um lado estão aqueles fãs apaixonados, que se tornam realizadores por um transbordamento do mero ato de consumir. Eles simplesmente fazem as obras que gostariam de ver, e encontram no território desautorizado da Internet o lugar perfeito para compartilhar essas criações com outros autores em potencial.

Se, até pouco tempo, tudo o que podiam era escrever fanfics, hoje eles têm à sua disposição tecnologias equiparáveis às de um pequeno estúdio, o bastante para produzir e espalhar épicos recheados de efeitos especiais.

É o caso de Samuli Torsonnen, que desde 1992 faz pequenas paródias de Jornada nas Estrelas, e ano passado lançou seu primeiro longa-metragem. Star Wreck – O Império de Pirk (Finlândia, 2006) ainda participa da série que Torsonnen começou aos 14 anos e, por mais que seja uma produção complexa, é distribuído da mesma forma que as outras obras do finlandês: livremente, pela rede.

O filme demorou sete anos para ser feito, mas Torsonnen não tem pudores em disponibilizá-lo para quem quiser. Seu maior interesse é que a obra circule. Ele deve saber o que está fazendo – afinal, é pioneiro: seu filme anterior, um média-metragem, também foi lançado na Internet. Isso em 1997.

De lá pra cá, os cineastas profissionais estão aprendendo como isso funciona. Muitos já perceberam que o que se alardeia como pirataria é resultado de um descompasso de produção, e a propagação dos filmes em meio digital é a única forma de superar o minguado circuito dos multiplexes e dos festivais.

Entre os adeptos da première online estão nomes como Michael Winterbottom e Steven Soderbergh, mas também temos um exemplar nacional. Antes que seu Cafuné (Brasil, 2006) tivesse sido exibido em qualquer sala de cinema, Bruno Vianna já o havia colocado na rede.

Em outras épocas e lugares essa atitude poderia significar suicídio comercial, mas ela não deixa de estar em perfeita coerência com o funcionamento da indústria cinematográfica brasileira. Já que a maior parte dos filmes é financiada com dinheiro público a fundo perdido, porque não colocá-los à disposição daqueles que involuntariamente contribuem para sua realização, os próprios espectadores?

A estratégia de Vianna fez com que sua obra atingisse outros níveis não só de circulação, como também criativos: a estrutura das redes p2p possibilitou que Cafuné fosse lançado simultaneamente com a sua versão estendida, que o público pode remixar.

A esses cineastas lúcidos e àqueles consumidores assanhados, um outro grupo se une para compor a cena de cinema livre. É o pessoal mais próximo da máquina; técnicos que se emancipam como artistas conforme a rede faz nós no circuito e os processos de confecção de ferramentas e obras se confundem.

Essa turma é afeita a novas formas de fazer audiovisual, como algoritmos generativos e livecoding, mas também sabe se virar com produções convencionais – naturalmente, redimensionadas. Haja visto o caso de No Oeste, Só Feijão (Áustria, 2006), que Robert Spindler montou usando o Open Movie Editor, programa desenvolvido pelo seu irmão, Richard.

Podemos dizer que, ainda que Richard não esteja nos créditos de No Oeste, ele com certeza teve um papel crucial na produção da obra, assim como Robert deve ter influenciado bastante a interface e recursos do software do irmão.
Essa permeabilidade entre técnicas é comum aos meios digitais. Espectador, programador ou cineasta são mais do que nunca posturas passageiras, formas de estar no circuito, e não papéis estanques. Por isso, nada mais natural do que deixar livre tudo que resulta dessas interações – inclusive essa mostra.

Como em outras programações do Cine Falcatrua, o público está convidado a baixar esses filmes e fazer suas próprias exibições, públicas ou privadas.

Se Repete Como Farsa :: Selecionados

abril 3, 2007

Eis, antes tarde do que mais tarde, as obras selecionadas para o Se Repete Como Farsa – Mostra Internacional de Vídeos de Intervenção Urbana.

Gostaríamos de agradecer a todos que enviaram trabalhos, e avisar os que não foram selecionados que estamos dispostos a exibir seus vídeos em sessões ordinárias do Cine Falcatrua – a menos que vocês não queiram.

O Se Repete Como Farsa ocorrerá de 27 a 29 de Abril, na Casa Porto das Artes Plásticas, em Vitória/ES. A programação completa, incluindo debates temáticos e lanchinhos, será divulgada proximamente. Fiquem de olho aqui no blog.

Quem quiser participar, mesmo que não tenha sido selecionado, entre em contato com a produção que disponibilizaremos alojamento.

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Here it is, better late than later: the works selected for Repeats Itself as Farse -International Video Exhibition – Urban Intervention.

We’d like to thank everyone that sent a video, and let you know that we are willing to exhibit the non-selected works in Cine Falcatrua’s ordinary screenings sessions – unless you don’t want us to.

Repeats Itself as Farse will be held from April 27th to 29th, at Casa Porto das Artes Plásticas, in Vitória/ES – Brazil. The complete programme, including thematic conferences and brunches, will be available soon. Keep an eye at cinefalcatrua.wordpress.com.

If you want to come to the exhibition, please let us know, as we are trying to find a place to stay for everybody interested.

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  • Don’t Hurt Me (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Malabares (Januzzi Martins Produções)
  • Parangolé (Lourival Cuquinha)
  • Rememória (Alexandre B., Gustavo Jardim, Ramon Martins e Raquel Schembri)
  • Corante Laranja (Grupo Laranjas)
  • Quem representa o povo? (Gira)
  • Discounter Carrousel (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • My California (Natalie McKeever)
  • Fire (Maurício Castro)
  • Dies Irae (Jean-Gabriel Périot)
  • Silkworm (Jun’ichiro Ishii)
  • Symphony # 1 opus 9 (Jérémy Laffon)
  • Desenhando no Vento (Poro)
  • 468 (BijaRi)
  • Me Convida (Fabiana Prado)
  • Gato (Arte Ao(s) Vivo(s))
  • Jin Bi Lu (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Estragando a Brincadeira (Garçom Mudo)
  • Entrelinhas (Chang Chi-Chai)
  • Em Meio Organizado (Mayana Redin)
  • Puzzles UK (Tiago Giora)
  • Refletir (Vera Uberti)
  • Estruturas (Rachel Castro)
  • A Tela Branca (Cristina Ribas)
  • Em Vão (Mirabólica)
  • Vale Transporte (Discrepância)
  • Bicicletada 47 (Luddista)
  • Metro Mexico (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Cave Canem (Marijana Mijoc)