SE REPETE COMO FARSA

abril 17, 2007

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O Se Repete Como Farsa ocorrerá de 27 a 29 de Abril, na Casa Porto das Artes Plásticas, em Vitória/ES. A programação completa, incluindo debates temáticos e oficina já está disponível. Fiquem de olho no cinefalcatrua.wordpress.com.

Quem quiser participar, mesmo que não tenha sido selecionado, entre em contato com a produção que disponibilizaremos alojamento.

Como Farsa :: Temáticas e Convidados

abril 17, 2007

27 DE ABRIL | O Espaço e os Espaços da Arte

A arquitetura é uma forma de organizar discursos, mas também é um discurso em si mesma, que o sistema artístico tenta suprimir pela nulificação de seu suporte – o próprio espaço.

Embora possua até mesmo uma ideologia, a galeria não tem dimensões, marcos de local, pontos de identificação. Tudo o que ela possui são paredes: dentro e fora são as únicas referências que importam para definir a posição de uma obra.

Mas, se mesmo perto há distância, como negar que o espaço participe sutilmente do jogo de sentidos da arte e, como um recalque, afete seu valor?

convidados

Franz Manata | Rio de Janeiro

É artista, curador, produtor e professor. Mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ-2002. É professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Desde 2001 é curador adjunto do MAM-RJ.

Marisa Flórido | Rio de Janeiro

Historiadora e crítica de arte. Doutora pela Escola de Belas-Artes da UFRJ na área de concentração de história e crítica de arte. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU/ UFRJ.

28 DE ABRIL | Estratégias de Decupagem Urbana

Os campos midiáticos definem a cidade tanto quanto ruas, pontes e praças. Não apenas porque o espaço se virtualiza e se desdobra por níveis inefáveis. A urbe também se deixa afetar pela forma como quer ver e ser vista.

A cidade pode ser tela ou imagem, auditório ou espectador. A uma certa distância, radares de trânsito se tornam suportes, pessoas se tornam mensagens. Agora, se o capturamos, o que resta ao espaço além de reprisar os vetores que lhe impõe a montagem?

convidados

Graziela Kunsch | São Paulo

É artista e mestranda em cinema na ECA-USP. Entre 2001 e 2003 abriu sua casa como residência pública de artistas (Casa da Grazi). Organiza e apresenta mostras de vídeo. É professora do Instituto de Artes da UERJ.

Etienne Delacroix | Bélgica

Artista visual e Phd em Física Nuclear. Egresso do MIT, passou a lecionar em Montevidéu, Uruguai, onde desenvolveu metodologias para a produção de interfaces sustentáveis entre engenharia, as artes e os desafios da inclusão digital. Depois de dois anos como professor convidado da USP, está no Instituto das Artes da UnB.

29 DE ABRIL | Audiovisual Embalsamado

Sobre os efeitos causados pela reprodução aos sistemas de imagem cuja significância depende da sincronia entre procedimento e consumo, como a performance, o live images e o videogame – ou mesmo uma final de Copa do Mundo.

Showrell de VJ é videoarte ou portfolio? As câmeras de segurança servem para evitar o crime ou expor os culpados? Pornografia caseira é um produto de empresa familiar ou o bagaço inevitável do fetiche exibicionista?

Vídeo-registro: resíduo, presença ou memória?

convidados

Lucas Bambozzi | Belo Horizonte

Artista multimídia, documentarista e curador. Trabalha com video, cinema, instalação e mídias interativas, com exibições em mostras em mais de 40 países. É coordenador do arte.mov, Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis.

Daniela Labra | Rio de Janeiro

Curadora independente especializada em Comunicação e Arte pela Universidade Complutense de Madrid e mestre em Artes pela Unicamp. Coordena com a Galeria Vermelho o festival Verbo, dedicado à performance arte. É do conselho editorial da Revista Número . Mantém o site http://www.artesquema.com.

Oficina Nômade: Arte e Tecnologia

abril 17, 2007

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A proposta da oficina é trazer aos interessados experimentações práticas sobre a circulação social dos conhecimentos “duros” que fundamentam as tecnologias eletro-digitais de informação.

com Etienne Delacroix

27, 28 e 29 de abril | 14h às 17h
na Casa Porto das Artes Plásticas
Praça Manoel Silvino Monjardim, 66, Centro
Vitória – ES – Brasil (antiga Capitania dos Portos)

vagas limitadas!
inscrições antecipadas: comofarsa@gmail.com

SOBRE O OFICINEIRO

Etienne Delacroix é um artista visual nascido na Bélgica que possui Phd em Física Nuclear pelo College of William and Mary, situado em Virginia, USA. Uma grande parte de sua vida passou em um estúdio de pintura em Paris onde se dedicou em explorar o impacto da computação na prática tradicional de pintura.

Egresso MIT, virou professor no Institute of Electrical Engineering do Udelar, Montevidéu, Uruguai onde coordena o TAP (oficina de Arte e Programação) e desenvolve metodologias para workshops móveis de baixo custo (oficina nômade) objetivando a produção de interfaces sustentáveis entre a engenharia, as artes e os desafios da inclusão digital.

Nos últimos dois anos veio para o Brasil como pesquisador visitante do LSI-POLI-USP, onde lecionou um curso eletivo de sub graduação: oficina de arte e programação, o PSI2615.

Atualmente está ingressando como professor visitante no Instituto das Artes na UNB, em Brasília.

Como Farsa :: Lista de Vídeos

abril 17, 2007

27 DE ABRIL | SEXTA-FEIRA

O Espaço e os Espaços da Arte

 

Don’t Hurt Me | Sylvia Winkler, Stephan Köperl | ALEMANHA

Malabares | Januzzi Martins Produções | BRASIL

Parangolé | Lourival Cuquinha | BRASIL

Rememória | Alexandre B., Gustavo J., Ramon M., Raquel S. | BRASIL

Corante Laranja | Grupo Laranjas | BRASIL

Quem representa o povo? | Gira | BRASIL

Discounter Carrousel | Sylvia Winkler, Stephan Köperl | ALEMANHA

My California | Natalie McKeever | EUA

 

 

28 DE ABRIL | SÁBADO

Estratégias de Decupagem Urbana

 

Jin Bi Lu | Sylvia Winkler, Stephan Köperl | ALEMANHA E CHINA

Estragando a Brincadeira | Garçom Mudo | BRASIL

Entrelinhas | Chang Chi-Chai | BRASIL

Em Meio Organizado | Mayana Redin | BRASIL

Puzzles UK | Tiago Giora | BRASIL E INGLATERRA

Refletir | Vera Uberti | BRASIL

Estruturas | Rachel Castro | BRASIL

A Tela Branca | Cristina Ribas | BRASIL

Em Vão | Mirabólica | BRASIL

Vale Transporte | Discrepância | BRASIL

Bicicletada 47 | Luddista | BRASIL

Metro México | Sylvia Winkler, Stephan Köper | ALEMANHA E MÉXICO

 

 

29 DE ABRIL | DOMINGO

Audiovisual Embalsamado

 

Fire | Maurício Castro | BRASIL

Dies Irae | Jean-Gabriel Périot | FRANÇA

Silkworm | Jun’ichiro Ishii | JAPÃO

Symphony # 1 opus 9 | Jérémy Laffon | FRANÇA

Desenhando no Vento | Poro | BRASIL

468 | BijaRi | BRASIL

Me Convida | Fabiana Prado | BRASIL

Gato | Arte Ao(s) Vivo(s) | BRASIL

Cave Canem | Marijana Mijoc | BRASIL E CROÁCIA

KinoArcade 2006

abril 16, 2007

Para quem não viu..

Enquanto isso, em Porto Alegre

abril 16, 2007

pá!

A TV Criei, Tive Como! é uma mostra de vídeos diferente: um fluxo audiovisual aberto, operando durante todo o 8º Fórum Internacional de Software Livre.

Além de obras enviadas por realizadores de todo o mundo, a mostra exibirá material pinçado dos grandes repositórios brasileiros de cultura livre, como CMI, Overmundo e o Estúdio Livre.

Completam a programação reportagens sobre o que está rolando no 8º FISL, apresentações de VJs em tempo real, e um levantamento de longas-metragens e séries feito pelo Cine Falcatrua, que também cuida da coordenação de conteúdo da mostra.

A TV Criei, Tive Como! poderá ser vista no próprio Fórum ou pela Internet, de 12 a 14 de Abril, das 9h às 21h.

* * *

Segue a relação dos vídeos que foram recebidos pelo correio para a TV CTC:

  • RecBeat e o Hipertexto (Pedro Bayeux, Brasil, 2006, 54’)
  • Mute (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 11’)
  • Isto não é um Filme (Loli Menezes, Ficção, Brasil, 2006, 22’)
  • A Flor do Amador (Walfran Guedes, Ficção, Brasil, 2005, 7’08”)
  • Os Girassóis de Hugo (Maitê Medeiros e Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2005, 13’45”)
  • Sex Faxine (Esquadrão Sarcástico, Ficção, 1’)
  • 2001 – Uma Odisséia Sem Espaço (Esquadrão Sarcástico, Ficção, Brasil, 2001, 1’)
  • Como Votar Nulo / Eleição Justa (Esquadrão Sarcástico, Vinhetas, Brasil, 2004, 30”)
  • De dentro do meu sexo (Ana Albornoz, Documentário, Brasil, 2006, 19’)
  • Dama (Vinicius Cruxen, Ficção, Brasil, 2006, 12’)
  • Sin Salida (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2007, 8’30”)
  • Sobre Asas do Desejo (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’)
  • Relógio (Dirnei Prates, Experimental, Brasil, 2006, 3’33”)
  • Batendo Cueca (Rodrigo de Jesus, Experimental, Brasil, 2007, 3’38”)
  • Fiat Lux (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 1’32”)
  • Colapso (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2006, 50”)
  • Passarim (Nelton Pellenz, Experimental, Brasil, 2007, 1’20”)
  • Comunicoação (Paulo Fernando e Sérgio Rodrigo, Animação, Brasil, 2006, 2’36”)
  • Muiraquitã (Jeane Ramos, Animação, Brasil, 2005, 5’)
  • Um Milhão de Histórias (Caio Zerbini, Experimental, Brasil, 2006/2007, 3’58”)
  • Aldeia Velha e suas raízes (Julia Botafogo, Documentário, Brasil, 2006, 45’)
  • Grussaí, julho de 2005 (Nivaldo Marangoni, Experimental, Brasil, 2006, 5’)
  • Morango com Limão (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2004, 15’)
  • O Sapo (Adolfo Sarkis, Ficção, Brasil, 2007, 17’)
  • Remexe (Vivian Arita, Animação, Brasil, 2006, 35”)
  • De como Corman […] (Alejo Rébora, Ficção, Argentina, 2006, 4’26”)
  • Sr. Juéz (Alejo Rébora y Tamara Drajner, Animação, Argentina, 2006, 3’20”)
  • Tevelição – Faça sua TV em 5 minutos (Esquadrão Sarcástico, Documentário, 2004, 5’)

CINEMA@casa

abril 16, 2007

Mais uma programação que você não viu, mas pode recriar em casa.

Rolou semana passada, no 8º Fórum Internacional de Software Livre.

* * *

Faz três anos que o Cine Falcatrua começou com suas mostras de conteúdos livres, reunindo obras que buscam alternativas ao direito autoral constituído. No começo, o material era escasso e difícil de achar: a maioria, clássicos em domínio público, documentários ativistas e vídeos experimentais de legalidade disputada. Tudo muito diferente de hoje, quando temos uma cena consolidada pela popularização de repositórios de vídeo online, com direito até a longas-metragens.

O filme de longa-metragem é o formato preferido da indústria cinematográfica. Sua produção sempre esteve intimamente ligada à película, aos grandes estúdios e a um copyright muito restrito. Por isso são tão impressionantes os últimos lançamentos de longas em digital video, independentes e licenciados em copyleft. Sinal de que o circuito de cinema livre está passando por um amadurecimento significativo.

É esse amadurecimento que o Cine Falcatrua pretende explicitar com CINEMA@casa, a mais recente versão das mostras de conteúdos livres, que aponta para a confluência entre os diversos grupos envolvidos nessa cena.

De um lado estão aqueles fãs apaixonados, que se tornam realizadores por um transbordamento do mero ato de consumir. Eles simplesmente fazem as obras que gostariam de ver, e encontram no território desautorizado da Internet o lugar perfeito para compartilhar essas criações com outros autores em potencial.

Se, até pouco tempo, tudo o que podiam era escrever fanfics, hoje eles têm à sua disposição tecnologias equiparáveis às de um pequeno estúdio, o bastante para produzir e espalhar épicos recheados de efeitos especiais.

É o caso de Samuli Torsonnen, que desde 1992 faz pequenas paródias de Jornada nas Estrelas, e ano passado lançou seu primeiro longa-metragem. Star Wreck – O Império de Pirk (Finlândia, 2006) ainda participa da série que Torsonnen começou aos 14 anos e, por mais que seja uma produção complexa, é distribuído da mesma forma que as outras obras do finlandês: livremente, pela rede.

O filme demorou sete anos para ser feito, mas Torsonnen não tem pudores em disponibilizá-lo para quem quiser. Seu maior interesse é que a obra circule. Ele deve saber o que está fazendo – afinal, é pioneiro: seu filme anterior, um média-metragem, também foi lançado na Internet. Isso em 1997.

De lá pra cá, os cineastas profissionais estão aprendendo como isso funciona. Muitos já perceberam que o que se alardeia como pirataria é resultado de um descompasso de produção, e a propagação dos filmes em meio digital é a única forma de superar o minguado circuito dos multiplexes e dos festivais.

Entre os adeptos da première online estão nomes como Michael Winterbottom e Steven Soderbergh, mas também temos um exemplar nacional. Antes que seu Cafuné (Brasil, 2006) tivesse sido exibido em qualquer sala de cinema, Bruno Vianna já o havia colocado na rede.

Em outras épocas e lugares essa atitude poderia significar suicídio comercial, mas ela não deixa de estar em perfeita coerência com o funcionamento da indústria cinematográfica brasileira. Já que a maior parte dos filmes é financiada com dinheiro público a fundo perdido, porque não colocá-los à disposição daqueles que involuntariamente contribuem para sua realização, os próprios espectadores?

A estratégia de Vianna fez com que sua obra atingisse outros níveis não só de circulação, como também criativos: a estrutura das redes p2p possibilitou que Cafuné fosse lançado simultaneamente com a sua versão estendida, que o público pode remixar.

A esses cineastas lúcidos e àqueles consumidores assanhados, um outro grupo se une para compor a cena de cinema livre. É o pessoal mais próximo da máquina; técnicos que se emancipam como artistas conforme a rede faz nós no circuito e os processos de confecção de ferramentas e obras se confundem.

Essa turma é afeita a novas formas de fazer audiovisual, como algoritmos generativos e livecoding, mas também sabe se virar com produções convencionais – naturalmente, redimensionadas. Haja visto o caso de No Oeste, Só Feijão (Áustria, 2006), que Robert Spindler montou usando o Open Movie Editor, programa desenvolvido pelo seu irmão, Richard.

Podemos dizer que, ainda que Richard não esteja nos créditos de No Oeste, ele com certeza teve um papel crucial na produção da obra, assim como Robert deve ter influenciado bastante a interface e recursos do software do irmão.
Essa permeabilidade entre técnicas é comum aos meios digitais. Espectador, programador ou cineasta são mais do que nunca posturas passageiras, formas de estar no circuito, e não papéis estanques. Por isso, nada mais natural do que deixar livre tudo que resulta dessas interações – inclusive essa mostra.

Como em outras programações do Cine Falcatrua, o público está convidado a baixar esses filmes e fazer suas próprias exibições, públicas ou privadas.

Se Repete Como Farsa :: Selecionados

abril 3, 2007

Eis, antes tarde do que mais tarde, as obras selecionadas para o Se Repete Como Farsa – Mostra Internacional de Vídeos de Intervenção Urbana.

Gostaríamos de agradecer a todos que enviaram trabalhos, e avisar os que não foram selecionados que estamos dispostos a exibir seus vídeos em sessões ordinárias do Cine Falcatrua – a menos que vocês não queiram.

O Se Repete Como Farsa ocorrerá de 27 a 29 de Abril, na Casa Porto das Artes Plásticas, em Vitória/ES. A programação completa, incluindo debates temáticos e lanchinhos, será divulgada proximamente. Fiquem de olho aqui no blog.

Quem quiser participar, mesmo que não tenha sido selecionado, entre em contato com a produção que disponibilizaremos alojamento.

* * *

Here it is, better late than later: the works selected for Repeats Itself as Farse -International Video Exhibition – Urban Intervention.

We’d like to thank everyone that sent a video, and let you know that we are willing to exhibit the non-selected works in Cine Falcatrua’s ordinary screenings sessions – unless you don’t want us to.

Repeats Itself as Farse will be held from April 27th to 29th, at Casa Porto das Artes Plásticas, in Vitória/ES – Brazil. The complete programme, including thematic conferences and brunches, will be available soon. Keep an eye at cinefalcatrua.wordpress.com.

If you want to come to the exhibition, please let us know, as we are trying to find a place to stay for everybody interested.

* * *

  • Don’t Hurt Me (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Malabares (Januzzi Martins Produções)
  • Parangolé (Lourival Cuquinha)
  • Rememória (Alexandre B., Gustavo Jardim, Ramon Martins e Raquel Schembri)
  • Corante Laranja (Grupo Laranjas)
  • Quem representa o povo? (Gira)
  • Discounter Carrousel (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • My California (Natalie McKeever)
  • Fire (Maurício Castro)
  • Dies Irae (Jean-Gabriel Périot)
  • Silkworm (Jun’ichiro Ishii)
  • Symphony # 1 opus 9 (Jérémy Laffon)
  • Desenhando no Vento (Poro)
  • 468 (BijaRi)
  • Me Convida (Fabiana Prado)
  • Gato (Arte Ao(s) Vivo(s))
  • Jin Bi Lu (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Estragando a Brincadeira (Garçom Mudo)
  • Entrelinhas (Chang Chi-Chai)
  • Em Meio Organizado (Mayana Redin)
  • Puzzles UK (Tiago Giora)
  • Refletir (Vera Uberti)
  • Estruturas (Rachel Castro)
  • A Tela Branca (Cristina Ribas)
  • Em Vão (Mirabólica)
  • Vale Transporte (Discrepância)
  • Bicicletada 47 (Luddista)
  • Metro Mexico (Sylvia Winkler / Stephan Köperl)
  • Cave Canem (Marijana Mijoc)

Inscrições Encerradas.

fevereiro 28, 2007

Se Repete Como Farsa
Mostra Internacional de Vídeo de Intervenção Urbana

Inscrições Encerradas.

Abril 2007 – Vitória/ES – Brasil

Obrigado a todos os artistas que mandaram seus vídeos para o evento. Recebemos trabalhos de diversas localidades do Brasil e uma surpreendente maioria de fora do país.

O material ainda está chegando e logo uma confirmação de recebimento será enviado a cada um dos realizadores por e-mail. Dentro de algumas semanas, apresentaremos a programação completa do evento. Entre os dias 27 e 29 de abril a cidade de Vitória abrigará as exibição dos vídeos e seminários temáticos.

Equipe Falcatrua

CINE FALCATRUA / UBERLÂNDIA

fevereiro 6, 2007

MOSTRA FALCATRUA DE CONTEÚDO LIVRE
ABERTURA DIA 6
Anfiteatro do bloco 3Q, UFU, 19h
DIAS 7, 8 e 9 DE FEVEREIRO
Anfiteatro do bloco 1B, no Campus Santa Mônica, UFU, 19h

ENTRADA LIVRE

OFICINA DE FALCATRUA
(Convivendo com um Cinema Livre com ênfase na fomentação de cineclube)
DIAS 7, 8 e 9 DE FEVEREIRO
Laboratório de Informática, no Campus Santa Mônica, UFU, 14h

INSCRIÇÕES ABERTAS